No rasgo da carne o grito da
Vida.
O choro do prenúncio de um futuro
intranquilo.
O vacilar do fico, do sou, do
quero mas não posso.
A verdade de ser, de estar, de fazer
parte,
não poder voltar.
O questionamento dos próximos passos,
a dúvida das
ações,
Das decisões e os
temores.
Se não podes regressar ao útero, tens
que enfrentar o frio,
O mundo hostil, as pessoas apressadas
que nem percebem
Que ao nascer foram abortadas da
vida.
Decide! Age depressa,
amigo,
Quem sabe ainda terás
tempo
Para visá-las???